quinta-feira, 3 de maio de 2007

Histórias Contadas preparam nova produção



Em parceria com o projecto GoG, a Histórias Contadas-Associação Cultural está a iniciar a produção de um novo espectáculo.


"Claribombo" é o titulo da nova peça que a Histórias Contadas-Associação Cultural vai apresentar já em Setembro.


"Claribombo" destina-se a crianças do ensino pré-escolar e do 1º Ciclo, e é um espectáculo que pode ser apresentado em qualquer espaço, seja um teatro, uma sala de aula ou mesmo ao ar livre.



"Claribombo"
SINOPSE


“Não custa nada inventar…, pois não! Não custa nada inventar palavras, pessoas, brincadeiras, confusões…”
Um espectáculo brincadeira! E foi o que fizemos.
Tendo como base textos para palhaços de Maria Alberta Meneses e de António Torrado, construímos um espectáculo essencialmente lúdico, onde procuramos estimular o espírito criativo e a construção abstracta como forma de expressão liberta de regras e lógicas impostas por um mundo “adulto”.

Almada Negreiros – “A FLOR”
“ Pede-se a uma criança: desenha uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.

Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; Umas mais carregadas, outras mais leves; Umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase que não resistiu.

Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era de mais.

Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: uma flor!

As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!

Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor! “




"Claribombo"
Sob textos de António Torrado e Maria Alberta Meneses
Adaptação, Conceito e Direcção: Carlos Curto

Actores: Ricardo Seiça, Nuno Machado e Vicente Morais
Musico: Carlos Curto

Máquina de Cena, Adereços e Grafismo: Luís Valido
Figurinos: Zé Nova
Música: projecto GoG (Luís Vitorino, Genoveva Faísca e Carlos Curto)
Banda Sonora e Desenho de Luz: Carlos Curto

Construção: João Carlos
Confecção de Guarda-Roupa: Constança Cara Nova e José Nova
Operação Técnica: Carlos Curto
Direcção de Produção: Alexandra Diogo
Co-produção: projecto GoG e Histórias Contadas 2007


Informações e reservas : hist.contadas@netcabo.pt

Nuno Machado : 96 262 63 38

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Histórias Contadas presentes no 3º Encontro de Teatro de Campo Maior






Tivémos o prazer de estarmos presentes no 3º Encontro de Teatro de Campo Maior, onde apresentámos o nosso espectáculo "Victória, Victória...Acabou-se a História!!!".


Realizámos três sessões para escolas nas quais assistiram cerca de 600 alunos do ensino pré-escolar e do 1º ciclo.


Só podemos agradecer o convite e a amabilidade com que fomos recebidos pela Câmara Municipal de Campo Maior, mais precisamente pela Sra. Vereadora da Cultura-Drª Ana Golaio, pelos elementos da Companhia de Teatro de Campo Maior-Blá, Blá, Blá (aqui seria injusto da nossa parte referir nomes pois todos são fantásticos), pelo pessoal do Centro Cultural de Campo Maior e pela terra em geral.


Um grande bem haja para eles e até breve


quinta-feira, 8 de março de 2007

Histórias Contadas - 2º Aniversário




Hoje, dia da Mulher, dia 8 de Março de 2007, faz dois anos que oficialmente começámos.



Parece que foi ontem.



Nestes dois anos fizémos algumas coisas, se calhar não tantas como queriamos.



Não somos uma companhia subsidiada pelo Ministério da Cultura, somos um grupo de pessoas que se esforça por continuar a fazer aquilo que gosta.



Com um espectáculo actualmente em carteira, o "Victória, Victória...Acabou-se a História", e outro ainda embrionário, sentimos que não foi em vão que decidimos fazer esta "loucura".



A quantidade de pessoas que acredita nas Histórias Contadas não pára de aumentar.



Tanto os amigos como os colegas que conhecem o nosso trabalho, sabem que podemos ter alguma coisa a dizer e ainda muito a fazer.



Não queremos mudar o mundo.



Queremos apenas fazer rir ou fazer chorar.



Rir e chorar.



As duas faces da máscara.



As duas faces do teatro.



As duas faces da vida.



Sem emoções nada se faz.






Até breve
é um muito Obrigado...












segunda-feira, 5 de março de 2007

Já não falta muito para fazermos dois anos



A Histórias Contadas - Associação Cultural faz no próximo dia 8 de Março, dois anos.

Gostavamos de agradecer desde já a todos os que colaboraram connosco, nesta curta mas gratificante existência.

Sem eles não teria sido possivel.

Beta, Ludwig Werner, Jorge Humberto, Carlos Alberto Moniz, Rita Vital, Nuno Lagoa, Sara Afonso, Marco Arraya, Joana Marques, José Carlos Faria/Teatro da Rainha, José Sousa Machado, Mª José Sousa Machado, Beatriz Machado, Cristina Sousa Machado, José Macedo, Maria Emília Macedo, Paulo Barreiros, Rosário Sena, Hugo Bastos, Rui Pires, Diogo Pires, André Pires, Paulo Mendes, Miguel Pedro, Thomas Toutain, Rui Alves, Frei Herminio/Centro Cultural Franciscano, Glória Monteiro e Henrique/Junta de Freguesia de Benfica, João Morales, Maria José Baptista, José Pascoa/Audiocom, Tiago Gameiro, Paulo Escoto e alunos do IPF, Pedro Machado/GIPA...


...Se nos tivermos esquecido de alguém é bom sinal.


É porque muitos acreditaram em nós e estiveram ao nosso lado.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Próximos espectáculos de Victória, Victória...Acabou-se a História!








Dia 21 de Março vamos estar no Centro Cultural de Campo Maior com a peça
Victória, Victória...Acabou-se a História!
às 9 e 45h, às 11h e às 14 e 30h.





Informações e marcação de espectáculos
hist.contadas@netcabo.pt




Objectivos do espectáculo

Defendemos a promoção da leitura, a criação, bem como
a consolidação do hábito de leitura dos portugueses,
em particular do público infanto-juvenil.
Queremos também proporcionar momentos de diversão a todos os espectadores, e em particular à população escolar, contribuindo para o seu desenvolvimento pessoal e social, desenvolvendo ainda de forma lúdica, a gradual apropriação do código linguístico.


Origem

Não existe muita consciência disso mas digo-vos que há estantes e prateleiras que não são tocadas anos a fío. De tal forma que quando precisamos de consultar os nossos livros nem sabemos, não só, o que temos, aonde temos, e se emprestámos e simplesmente não nos foi devolvido. E no meio de tudo isto há quem se sinta muito abandonado. Por isso mesmo de vez em quando acontecem “mistérios”, coisas que não conseguimos explicar, como, de repente uma estante cheia de livros estatelar-se no chão, por exemplo, quando nem sequer houve notícias de algum pequeno estremecimento da Terra, ou assim. E porque será que não mexemos nos nossos livros? Esquecimento? Falta de tempo, porque temos de estudar, brincar, namorar, saír? Porque achamos não ter livros interessantes? Porque ligamos demais a outras coisas que nos dão conhecimento imediato? Ou, porque ler, enfim, nos dá um pouco mais que pensar? Seja pelo que for, é bom saber que podemos ler um livro ou uma história, quantas vezes quisermos, sempre que quisermos, à hora que entendermos, e que não temos que pagar mais por isso.


Seja pelo que for...


“Alexandra Diogo”


Quem somos nós?



ALEXANDRA DIOGO

Actriz, nasceu em Lisboa em 1966. Frequentou cinco anos do Curso de Dança do Conservatório Nacional e em 1990 concluiu o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema (E.S.T.C.). Na sua actividade profissional, em teatro, passou por companhias como: Teatro Experimental de Cascais, Companhia de teatro de Almada, Teatro do Noroeste (Centro Dramático de Viana), Centro de Arte Moderna (Fundação Gulbenckian), Teatro de Animação Os Papa Léguas, Teatro Nacional D. Maria II e Kultural Kids. Obteve com a peça “Corre, Corre, Cabacinha...”, pelos Papa-Léguas, o prémio de público dos Círculos Internacionais de Teatro de Aveiro/99. No cinema participou em “Le petit Roi” (uma co-produção francesa) , e em “A mulher do Próximo”. Em televisão participou em diversas séries e novelas: “Jornalistas”, “Telhados de Vidro”, “O beijo de Judas”, “O Cacilheiro do amor”, e ainda alguns filmes institucionais para Nova Etapa, Ford Portuguesa e um filme publicitário para Pavilhão do Conhecimento (Parque das Nações). Deu aulas de Expressão Dramática, e faz regularmente dobragens de filmes de animação.
É uma das fundadoras da “Histórias Contadas” – Associação Cultural.


NUNO MACHADO

Actor, nasceu nas Caldas da Rainha em 1969.
Em 1991 descobriu o prazer de representar num curso de Actores/Técnica da Máscara na companhia de Teatro Meia Preta onde teve como professores: Filipe Crawford, André Gago e Joaquim Nicolau.
No ano de 1994 frequenta o curso de Actores da Câmara Municipal de Oeiras com João Grosso e Luís Madureira como professores.
Trabalhou regularmente de 1995 a 2004 como actor e produtor nos Papa-Léguas, companhia que se dedica ao teatro para a infância há 27 anos.
Obteve com a peça “Corre, Corre, Cabacinha...”, pelos Papa-Léguas, o prémio de público dos Círculos Internacionais de Teatro de Aveiro/99.
Em 2006 estreou no Teatro da Trindade a peça "Como Tornar-se num Fora-da-Lei de Sucesso (em 10 breves lições) de Pedro Górgia e trabalhou como actor e promotor, no Teatro Animação de Setúbal, em "A Boda Deslumbrante" de Luísa Costa Gomes" e "As Aventuras de João sem Medo" de José Gomes Ferreira, sendo dirigido por Carlos Curto.
Com Blind Date, filme de Gonçalo Luz ganha o 1º prémio do festival de Curtas-Metragens de Ovar 96.
Na televisão participou como actor em várias sitcoms, filmes publicitários e em series de Animação.
No cinema destaca-se o filme “Até amanhã Camaradas”, realizado por Joaquim Leitão.
É um dos fundadores da “Histórias Contadas" –Associação Cultural.


TERESA PIRES

Artista Plástica, nasceu em Lisboa em 1971.
Tirou o Curso de Pintura na Escola Superior de Tecnologias, Gestão, Arte e Design das Caldas da Rainha.
Efectou várias exposições de Pintura em Óbidos e Caldas da Rainha.
Desde 1996, que trabalha com diversas companhias de teatro (9actos, Teatro Verona, Papa-Léguas e Teatro Animação de Setúbal), como Cenógrafa, Figurinísta e Designer de Imagem, tendo obtido excelentes criticas dos mais diversos jornais.
Obteve com a peça “Corre, Corre, Cabacinha...”, pelos Papa-Léguas, o prémio de público dos Círculos Internacionais de Teatro de Aveiro/99.
Trabalhou regularmente de 1996 a 2001 nos Papa-Léguas, companhia que se dedica ao teatro para a infância há 27 anos, tendo a seu cargo toda a área da Realização Plástica do Espectáculo.
Lecciona a disciplina de Educação Visual desde 1996.
É uma das fundadoras da “Histórias Contadas” – Associação Cultural.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Victória, Victória...Acabou-se a História!!

Por qualquer razão desconhecida, ou não, uma prateleira num corredor resolve estremecer e caem ao chão todos os livros que aborrecidamente lá «dormiam».
As personagens desses livros acordam em pânico e tentam rápidamente
retomar o seu lugar nas histórias; porém nem todas conseguem regressar.
Começa aqui a nossa história, onde apenas dois actores
partindo de um texto tradicional português,
na companhia de um enorme Livro/Cenário o ELG, o, Encantador Livro Gigante das histórias
e de um conjunto de marionetas por eles manipuladas
desenrolam peripécias e destinos de inúmeras personagens bem nossas conhecidas.

Texto: Alexandra Diogo
Encenação: Nuno Machado
Interpretação: Alexandra Diogo e Nuno Machado
Cenografia e Figurinos: Teresa Pires
Música Original: Carlos Alberto Moniz e Jorge Humberto
Produção Executiva: Nuno Machado e Alexandra Diogo
Design de Imagem: Teresa Pires
Desenho de Luz: Thomas Toutain
Mestra de Guarda-Roupa: Maria José Baptista
Operação Técnica e Montagem de Cena : Rui Alves