segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Próximos espectáculos de CLARIBOMBO



FEVEREIRO:


Dia 11, Domingo, Cine Teatro Paraíso em Tomar às 11:00;


Dia 23, Sábado, Cine Teatro S. João em Palmela às 16:00;


Apareçam!!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

BOAS FESTAS

As Histórias Contadas
desejam a todos um Feliz Natal
e um 2008 cheio de Teatro
e outras coisas boas.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

CLARIBOMBO na estrada


Depois de uma cuidada preparação, CLARIBOMBO está finalmente disponível para ir para todo o lado.
CLARIBOMBO foi concebido para poder ser apresentado em todos os espaços com o mínimo de condições incluindo o ar livre. Não obstante, para bem do espectáculo e de quem usufrui, há conveniência em o apresentar nas melhores condições possíveis.



CLARIBOMBO
Sob textos de António Torrado e Maria Alberta Meneres
Adaptação Conceito Direcção: Carlos Curto

Actores: João Brás Nuno Machado Vicente Morais ou Luís Santiago
Musico: Carlos Curto
Máquina de Cena Adereços Grafismo: Luís Valido
Figurinos: Zé Nova
Música: projecto GoG (Luís Vitorino Genoveva Faísca Carlos Curto)
Banda Sonora Desenho de Luz: Carlos Curto
Fotografo José Santos
Construção: João Carlos
Confecção de Guarda-Roupa: José Nova
Operação Técnica: Carlos Curto
Co-produção: projecto GoG Histórias Contadas 2007


Agradecemos o apoio e colaboração do TAS – Teatro Animação de Setúbal e Sociedade Musical Capricho Setubalense e Rita Carrilho


CLARIBOMBO
SINOPSE

“Não custa nada inventar…, pois não! Não custa nada inventar palavras, pessoas, brincadeiras, confusões…”
Um espectáculo brincadeira! E foi o que fizemos.
Construímos um espectáculo essencialmente lúdico, onde procuramos estimular o espírito criativo e a construção abstracta como forma de expressão liberta de regras e lógicas impostas por um mundo “adulto”.



Almada Negreiros – “A FLOR”
“ Pede-se a uma criança: desenha uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.

Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; Umas mais carregadas, outras mais leves; Umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase que não resistiu.

Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era de mais.

Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: uma flor!

As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!

Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor! “