quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
CLARIBOMBO na estrada

CLARIBOMBO foi concebido para poder ser apresentado em todos os espaços com o mínimo de condições incluindo o ar livre. Não obstante, para bem do espectáculo e de quem usufrui, há conveniência em o apresentar nas melhores condições possíveis.

Sob textos de António Torrado e Maria Alberta Meneres
Adaptação Conceito Direcção: Carlos Curto
Actores: João Brás Nuno Machado Vicente Morais ou Luís Santiago
Musico: Carlos Curto
Máquina de Cena Adereços Grafismo: Luís Valido
Figurinos: Zé Nova
Música: projecto GoG (Luís Vitorino Genoveva Faísca Carlos Curto)
Banda Sonora Desenho de Luz: Carlos Curto
Fotografo José Santos
Construção: João Carlos
Confecção de Guarda-Roupa: José Nova
Operação Técnica: Carlos Curto
Co-produção: projecto GoG Histórias Contadas 2007
Agradecemos o apoio e colaboração do TAS – Teatro Animação de Setúbal e Sociedade Musical Capricho Setubalense e Rita Carrilho

SINOPSE
“Não custa nada inventar…, pois não! Não custa nada inventar palavras, pessoas, brincadeiras, confusões…”
Um espectáculo brincadeira! E foi o que fizemos.
Construímos um espectáculo essencialmente lúdico, onde procuramos estimular o espírito criativo e a construção abstracta como forma de expressão liberta de regras e lógicas impostas por um mundo “adulto”.

Almada Negreiros – “A FLOR”
“ Pede-se a uma criança: desenha uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.
Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; Umas mais carregadas, outras mais leves; Umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase que não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era de mais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: uma flor!
As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor! “

quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Os intermitentes
Pedimos a vossa atenção para estas palavras que hoje estão a ser lidas em vários eventos culturais do País sobre quem trabalha nas Artes do Espectáculo e no Audiovisual.
Sabia que não há enquadramento jurídico que se adeqúe às nossas profissões?
Sabia que não podemos estar doentes, ou desempregados?
Não temos acesso a muitos dos direitos e condições básicas de qualquer trabalhador por conta de outrem.
Dizemos que somos intermitentes porque o nosso trabalho é sempre descontínuo e temporário.
Essa é a natureza das nossas profissões.
Trabalhamos sucessivamente de projecto em projecto, com pessoas diferentes, e isso implica a mobilidade dos profissionais e permite a diversidade das produções.
No entanto precisamos de uma definição legal de Intermitência, precisamos de pagar a segurança social só quando recebemos o salário, e precisamos de um contrato de trabalho adequado à nossa realidade.
No último ano, representantes das áreas da Dança, do Teatro, da Música, do Circo, do Cinema e do Audiovisual têm vindo a apresentar e defender propostas concretas e esperamos que este esforço resulte numa lei que nos sirva a todos.
Pedimos que não se esqueçam que atrás de cada cortina de palco existe uma realidade invisível que não pode continuar a ser ignorada.
Muito obrigado e bom espectáculo.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Contactos para marcação de espectáculos
domingo, 23 de setembro de 2007
O Casting
sábado, 22 de setembro de 2007
Para ti Pedro

"Amou daquela vez como se fosse a última
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Até Amanhã Camarada

PRANTO PELO DIA DE HOJE
Nunca choraremos bastante quando vemos
O gesto criador ser impedido
Nunca choraremos bastante quando vemos
Que quem ousa lutar é destruído
Por troças por insídias por venenos
E por outras maneiras que sabemos
tão sábias tão subtis e tão peritas
que nem podem sequer ser bem descritas
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Histórias Contadas no dia Mundial da Criança
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Histórias Contadas preparam nova produção

SINOPSE
“Não custa nada inventar…, pois não! Não custa nada inventar palavras, pessoas, brincadeiras, confusões…”
Um espectáculo brincadeira! E foi o que fizemos.
Tendo como base textos para palhaços de Maria Alberta Meneses e de António Torrado, construímos um espectáculo essencialmente lúdico, onde procuramos estimular o espírito criativo e a construção abstracta como forma de expressão liberta de regras e lógicas impostas por um mundo “adulto”.
Almada Negreiros – “A FLOR”
“ Pede-se a uma criança: desenha uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.
Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; Umas mais carregadas, outras mais leves; Umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase que não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era de mais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: uma flor!
As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor! “

Sob textos de António Torrado e Maria Alberta Meneses
Adaptação, Conceito e Direcção: Carlos Curto
Actores: Ricardo Seiça, Nuno Machado e Vicente Morais
Musico: Carlos Curto
Máquina de Cena, Adereços e Grafismo: Luís Valido
Figurinos: Zé Nova
Música: projecto GoG (Luís Vitorino, Genoveva Faísca e Carlos Curto)
Banda Sonora e Desenho de Luz: Carlos Curto
Construção: João Carlos
Confecção de Guarda-Roupa: Constança Cara Nova e José Nova
Operação Técnica: Carlos Curto
Direcção de Produção: Alexandra Diogo
Co-produção: projecto GoG e Histórias Contadas 2007
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Histórias Contadas presentes no 3º Encontro de Teatro de Campo Maior


quinta-feira, 8 de março de 2007
Histórias Contadas - 2º Aniversário
segunda-feira, 5 de março de 2007
Já não falta muito para fazermos dois anos
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Próximos espectáculos de Victória, Victória...Acabou-se a História!
Defendemos a promoção da leitura, a criação, bem como
Queremos também proporcionar momentos de diversão a todos os espectadores, e em particular à população escolar, contribuindo para o seu desenvolvimento pessoal e social, desenvolvendo ainda de forma lúdica, a gradual apropriação do código linguístico.
Não existe muita consciência disso mas digo-vos que há estantes e prateleiras que não são tocadas anos a fío. De tal forma que quando precisamos de consultar os nossos livros nem sabemos, não só, o que temos, aonde temos, e se emprestámos e simplesmente não nos foi devolvido. E no meio de tudo isto há quem se sinta muito abandonado. Por isso mesmo de vez em quando acontecem “mistérios”, coisas que não conseguimos explicar, como, de repente uma estante cheia de livros estatelar-se no chão, por exemplo, quando nem sequer houve notícias de algum pequeno estremecimento da Terra, ou assim. E porque será que não mexemos nos nossos livros? Esquecimento? Falta de tempo, porque temos de estudar, brincar, namorar, saír? Porque achamos não ter livros interessantes? Porque ligamos demais a outras coisas que nos dão conhecimento imediato? Ou, porque ler, enfim, nos dá um pouco mais que pensar? Seja pelo que for, é bom saber que podemos ler um livro ou uma história, quantas vezes quisermos, sempre que quisermos, à hora que entendermos, e que não temos que pagar mais por isso.
“Alexandra Diogo”
Quem somos nós?

ALEXANDRA DIOGO
Actriz, nasceu em Lisboa em 1966. Frequentou cinco anos do Curso de Dança do Conservatório Nacional e em 1990 concluiu o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema (E.S.T.C.). Na sua actividade profissional, em teatro, passou por companhias como: Teatro Experimental de Cascais, Companhia de teatro de Almada, Teatro do Noroeste (Centro Dramático de Viana), Centro de Arte Moderna (Fundação Gulbenckian), Teatro de Animação Os Papa Léguas, Teatro Nacional D. Maria II e Kultural Kids. Obteve com a peça “Corre, Corre, Cabacinha...”, pelos Papa-Léguas, o prémio de público dos Círculos Internacionais de Teatro de Aveiro/99. No cinema participou em “Le petit Roi” (uma co-produção francesa) , e em “A mulher do Próximo”. Em televisão participou em diversas séries e novelas: “Jornalistas”, “Telhados de Vidro”, “O beijo de Judas”, “O Cacilheiro do amor”, e ainda alguns filmes institucionais para Nova Etapa, Ford Portuguesa e um filme publicitário para Pavilhão do Conhecimento (Parque das Nações). Deu aulas de Expressão Dramática, e faz regularmente dobragens de filmes de animação.
É uma das fundadoras da “Histórias Contadas” – Associação Cultural.
NUNO MACHADO
Actor, nasceu nas Caldas da Rainha em 1969.
Em 1991 descobriu o prazer de representar num curso de Actores/Técnica da Máscara na companhia de Teatro Meia Preta onde teve como professores: Filipe Crawford, André Gago e Joaquim Nicolau.
No ano de 1994 frequenta o curso de Actores da Câmara Municipal de Oeiras com João Grosso e Luís Madureira como professores.
Trabalhou regularmente de 1995 a 2004 como actor e produtor nos Papa-Léguas, companhia que se dedica ao teatro para a infância há 27 anos.
Obteve com a peça “Corre, Corre, Cabacinha...”, pelos Papa-Léguas, o prémio de público dos Círculos Internacionais de Teatro de Aveiro/99.
Em 2006 estreou no Teatro da Trindade a peça "Como Tornar-se num Fora-da-Lei de Sucesso (em 10 breves lições) de Pedro Górgia e trabalhou como actor e promotor, no Teatro Animação de Setúbal, em "A Boda Deslumbrante" de Luísa Costa Gomes" e "As Aventuras de João sem Medo" de José Gomes Ferreira, sendo dirigido por Carlos Curto.
Com Blind Date, filme de Gonçalo Luz ganha o 1º prémio do festival de Curtas-Metragens de Ovar 96.
Na televisão participou como actor em várias sitcoms, filmes publicitários e em series de Animação.
No cinema destaca-se o filme “Até amanhã Camaradas”, realizado por Joaquim Leitão.
É um dos fundadores da “Histórias Contadas" –Associação Cultural.
TERESA PIRES
Artista Plástica, nasceu em Lisboa em 1971.
Tirou o Curso de Pintura na Escola Superior de Tecnologias, Gestão, Arte e Design das Caldas da Rainha.
Efectou várias exposições de Pintura em Óbidos e Caldas da Rainha.
Desde 1996, que trabalha com diversas companhias de teatro (9actos, Teatro Verona, Papa-Léguas e Teatro Animação de Setúbal), como Cenógrafa, Figurinísta e Designer de Imagem, tendo obtido excelentes criticas dos mais diversos jornais.
Obteve com a peça “Corre, Corre, Cabacinha...”, pelos Papa-Léguas, o prémio de público dos Círculos Internacionais de Teatro de Aveiro/99.
Trabalhou regularmente de 1996 a 2001 nos Papa-Léguas, companhia que se dedica ao teatro para a infância há 27 anos, tendo a seu cargo toda a área da Realização Plástica do Espectáculo.
Lecciona a disciplina de Educação Visual desde 1996.
É uma das fundadoras da “Histórias Contadas” – Associação Cultural.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Por qualquer razão desconhecida, ou não, uma prateleira num corredor resolve estremecer e caem ao chão todos os livros que aborrecidamente lá «dormiam».
Encenação: Nuno Machado
Interpretação: Alexandra Diogo e Nuno Machado
Cenografia e Figurinos: Teresa Pires
Música Original: Carlos Alberto Moniz e Jorge Humberto
Produção Executiva: Nuno Machado e Alexandra Diogo
Design de Imagem: Teresa Pires
Desenho de Luz: Thomas Toutain
Mestra de Guarda-Roupa: Maria José Baptista
Operação Técnica e Montagem de Cena : Rui Alves
Histórias Contadas - Breve Curriculo
Neste sentido, criámos diversas actividades formativas e artísticas, bem como espectáculos onde jovens e adultos poderão iniciar ou desenvolver a consciência e sensibilidade cultural e artística.
As actividades propostas visam melhorar a oferta cultural em regiões onde é escassa, e reforçá-la e enriquecê-la onde já existe, favorecendo o desenvolvimento integral das regiões e do país.
No dia 23 de Abril (Dia Internacional do Livro) estreámos na Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha a nossa primeira produção, intitulada “Victória, Victória...Acabou-se a História!”, com texto de Alexandra Diogo, encenação de Nuno Machado, cenografia e figurinos de Teresa Pires e musica original de Carlos Alberto Moniz e Jorge Humberto.
Com este espectáculo, realizámos diversas representações para o público Infantil, em diversas localidades (Torres Vedras, Cascais, Alpiarça, Oeiras, Moscavide, Algés...), e sempre com uma excelente receptividade.
Em Lisboa tivémos sessões em diversas escolas, no I.P.O, Juntas de Freguesia e 75ª Feira do Livro de Lisboa.
Fomos convidados por diversas empresas e instituições, tais como a RTP, a Universidade Católica entre outras para apresentarmos o nosso espectáculo durante a época de Natal.
Na RTP apresentámos também uma dupla de palhaços que animou a festa de Natal do pessoal da RTP.
“Victória, Victória...Acabou-se a História!”. Fez ainda carreira em sala, no Auditório do Centro Cultural Franciscano de 20 de Outubro a 28 de Dezembro de 2005 e no Auditório Carlos Paredes de 1 a 11 de Fevereiro de 2006.
De salientar que este espectáculo foi apresentado na 75ª Feira do Livro de Lisboa em 2005.
“Victória, Victória...Acabou-se a História!”, já foi visto por cerca de 3.500 espectadores.
Estivemos presentes na Feira do Livro de 2006 (76ª edição) em parceria com a Revista ”Os Meus Livros”, onde apresentámos uma animação intitulada “Os Homens Sanduíche”.
Nesta edição da Feira do Livro de Lisboa procedemos à leitura de diversos textos ao longo do percurso da feira, intervindo com os transeuntes e fazendo da sua actuação um desafio a todos os que se passearam pelo recinto.